A Liturgia: celebração da fé ou norma em forma de rito?

O que a Igreja e Cristo desejam e anseiam – e aqui não pode haver conflito – é a unidade e não a uniformidade (cf. Ef 4,13-16). Nesse caso, ser ortodoxo é permitir a multiplicidade e a diversidade litúrgica próprias de um Espírito que não se deixa aprisionar nem formatar e que, por isso age de maneira diferente em cada pessoa, em cada Igreja particular. O Espírito Santo é liberdade que dialoga com outras liberdades, não está aprisionado num rito nem em outro, mas age em todos ao mesmo tempo. . . . → Leia mais: A Liturgia: celebração da fé ou norma em forma de rito?