A Santidade é Graça

A santidade se apresenta em tudo que foi criado em Cristo (cf. Cl 1,15-20), ainda que esta se apresente eclipsada pelo “pecado” presente no mundo. Quando digo pecado, estou me referindo a uma fragilidade humana que todos temos, pois somos vasos de barro e nossa liberdade é uma liberdade limitada pelo contexto em que estamos inseridos. Então, o que devemos fazer é nos orientar pela lógica do amor de Cristo e não pela lógica das sociedades. Porém, como possuímos uma fragilidade inerente a nossa condição de criatura, nem sempre o conseguimos, por isso em Cristo somos pecadores remidos (cf. Rm 3,23-24). E como o projeto de salvação de Jesus Cristo é universal, logo, ofertado para todos e todas, sem nenhuma exceção, todos somos santos e pecadores: justos e injustos, bons e maus, crentes e não crentes (cf. Mt 5,45). . . . → Leia mais: A Santidade é Graça

A Liturgia: celebração da fé ou norma em forma de rito?

O que a Igreja e Cristo desejam e anseiam – e aqui não pode haver conflito – é a unidade e não a uniformidade (cf. Ef 4,13-16). Nesse caso, ser ortodoxo é permitir a multiplicidade e a diversidade litúrgica próprias de um Espírito que não se deixa aprisionar nem formatar e que, por isso age de maneira diferente em cada pessoa, em cada Igreja particular. O Espírito Santo é liberdade que dialoga com outras liberdades, não está aprisionado num rito nem em outro, mas age em todos ao mesmo tempo. . . . → Leia mais: A Liturgia: celebração da fé ou norma em forma de rito?

Identidade Coletiva

Em meio a uma possível crise de identidade e de um possível hiperindividualismo, observamos o crescente fenômeno das redes de relacionamento como, por exemplo: o Orkut; o Facebook; o LinkedIn; entre outros, que silenciosamente trazem o aspecto coletivo de volta &#224 cena. . . . → Leia mais: Identidade Coletiva

Testemunho de um Peregrino de Emaús

Em fevereiro de 2010, durante um retiro de oito dias de silêncio, caminhei junto com os dois discípulos de Emaús. Ou, como nos revela os atuais estudos, com o discípulo e com a discípula de Emaús (v. 13). Eles representavam uma comunidade, pois para um semita (judeu), a reunião de duas ou mais pessoas já constitui uma experiência comunitária. Contemplei então a primeira igreja nômade naqueles dois discípulos, o povo de Deus que caminha em direção ao Reino. . . . → Leia mais: Testemunho de um Peregrino de Emaús

"A corrupção dos melhores é a pior"

Como discípulos e discípulas de Cristo, “guiados pelo Espírito Santo” (cf. GS 1), Precisamos nos manifestar e dizer que nem toda a comunidade (Igreja), homens e mulheres, são criaturas abomináveis, mas que abominamos a prática desumana dos pseudo-sacerdotes pedófilos. Pois, a crise de pedofilia na Igreja não é uma ficção, nem um ataque infundado da imprensa, mas um problema que foi “varrido para de baixo do tapete” durante anos. Logo, se amamos verdadeiramente a nossa Igreja, não podemos ser coniventes, nem fingir que nada está acontecendo. . . . → Leia mais: "A corrupção dos melhores é a pior"